Nada menos que R$ 1,8 bilhão. Este é o montante da dívida acumulada dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro possuem junto ao governo federal. O valor obtido pela ​Folha através da Lei de Acesso à Informação é referente a débitos tributários e previdenciários, Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, PIS e Cofins, FGTS e INSS.


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Deste total, o passivo do ​Atlético Mineiro é o maior, chegando a mais de R$ 350 milhões. Na sequência, por incrível que possa parecer, aparecem os quatro grandes clubes do Rio de Janeiro, que juntos somam quase R$ 900 milhões de dívidas. Já a ​Chapecoense apresenta o menor valor - pouco mais de R$ 175 mil.


O passivo é composto por débitos regulares e irregulares, conforme destaca a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O irregular (cerca de R$ 61,9 milhões) tem como objeto os valores inscritos na Dívida Ativa da União e que são cobrados no âmbito administrativo pela Procuradoria. Já os regulares são referentes ao Profut, programa de benefício fiscal aprovado em 2015 que regulamentou o parcelamento das dívidas, ou àqueles que estão sendo negociados na Justiça.