​O Palmeiras saiu muito na bronca após o empate em 1 a 1 com o Novorizontino, fora de casa, pela partida de ida das​ quartas de final do Paulistão. A raiva foi pelo não uso do VAR no primeiro gol do time do interior, marcado por Cléo Silva a partir de um rebote dado por Fernando Prass. Na origem da jogada, os palmeirenses reclamaram de um toque de mão de Murilo Henrique.



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A demonstração de raiva do Verdão foi expressada através de suas redes sociais oficiais. No Twitter, o clube insinuou que existe um complô da Federação Paulista de Futebol, onde o VAR pode funcionar para todos, menos para o Palmeiras: "Pra que o VAR da Federação Paulista de Futebol? Para o Palmeiras não existe!", disparou o time dirigido pelo pentacampeão Luiz Felipe Scolari, o Felipão.


O VAR, curiosamente, foi usado em outro lance para corroborar uma penalidade máxima contra a equipe palmeirense. Raphael Klaus, o árbitro do duelo, foi até o monitor na beira do campo e confirmou o pênalti. No entanto, o experiente Fernando Prass manteve a sua fama de pegador de pênaltis e impediu o segundo gol do adversário, mantendo o Verdão vivo na partida.

O prejuízo ao atual campeão brasileiro só não foi maior porque o centroavante Arthur Cabral empatou o jogo antes do final. Ele precisou de apenas 21 minutos em campo na sua estreia para fazer o gol. Ex-Ceará, onde era destaque até 2018, o atacante entrou no lugar do colombiano Borja ainda no intervalo e ajudou o Palmeiras a evitar a derrota fora de casa.