Após oficializar a ​contratação do ​jovem atacante Rafael Papagaio, o Atlético-MG viu mais uma carência sendo preenchida, se mantendo no mercado apenas em busca de um lateral-esquerdo que faça 'sombra' à Fábio Santos. Até este momento da temporada, sete reforços já foram apresentados na Cidade do Galo, janela próspera que exigiu alto investimento por parte do clube, bem diferente do perfil adotado para 2018.


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Ricardo Oliveira

​​Como lembra o ​UOL Esportes, o ano passado foi o primeiro de Sérgio Sette Câmara como presidente atleticano. Adotando uma política clara de austeridade financeira, o mandatário estabeleceu que o departamento de futebol precisaria de soluções criativas e adequadas à realidade de caixa do clube, culminando em contratações a zero ou baixo custo, em sua maioria via empréstimo. Ricardo Oliveira, Tomás Andrade, Erik, Róger Guedes, Samuel Xavier... Todos chegaram ao Galo neste formato de negociação.


Sem o resultado esportivo esperado, o clube foi mudando gradualmente de perfil no mercado. O primeiro indício desta transformação de perspectiva foi a contratação do meia-atacante Yimmy Chará, trazido em junho do ano passado com status de reforço mais caro da história do clube: US$ 6 milhões, algo em torno de R$ 22,4 milhões à época.

FBL-LIBERTADORES-DANUBIO-MINEIRO

Neste início de ano, mais de R$ 20 milhões já foram investidos pelo clube mineiro em reforços. O zagueiro Igor Rabello (R$13 milhões) e o lateral Guga (R$ 7,6 milhões) foram as contratações mais caras da janela alvinegra. O Atlético, no entanto, não abriu mão de buscar nomes qualificados a zero ou baixo custo: Vinícius e Maicon Bolt chegaram de graça, assim como o volante Jair, compensação por uma dívida antiga do Sport junto ao Galo.