Com tantos investimentos realizados para a temporada, é natural que o Flamengo sofra uma pressão maior que seus rivais estaduais. O clube carioca não conquista um título de grande expressão desde 2013, quando venceu a Copa do Brasil pela última vez. De lá para cá, foram várias eliminações dolorosas e três vice-campeonatos: A Sul-Americana em 2017, a Copa do Brasil do mesmo ano e o Brasileirão de 2018.



Rafinha

A nova diretoria Rubro-Negra, encabeçada pelo presidente eleito, Rodolfo Landim, prometeu mudanças drásticas e que conquistaria títulos no seu mandato. Um grande elenco foi montado, mas o time ainda não “deu liga” com o técnico Abel Braga e por isso já sofre críticas dos seus torcedores. Gabigol ainda não conseguiu um melhor posicionamento em campo e até agora não marcou um gol com o Manto sagrado.


A contratação mais cara da história do Flamengo, Arrascaeta, ainda está aprimorando a parte física e sequer é titular do clube carioca nesse momento. As principais carências na equipe principal continuam sendo as laterais. Os titulares, Renê e Pará, são alvos dos torcedores, que constantemente, vaiam os atletas nos estádios.


O Flamengo ainda está no mercado em busca de algumas oportunidades, mas a tragédia no Ninho do Urubu freou a busca de reforços e a prioridade continua sendo as indenizações para as famílias dos 10 adolescentes mortos e três feridos no incêndio em um alojamento. Nos últimos dias, diretores se reuniram e mantiveram a palavra com o empresário do lateral-direito Rafinha, do Bayern: a vinda dele já é dada como certa e o Flamengo não sairá do negócio.


Todos os detalhes contratuais com o experiente brasileiro já foram acertados, mas existia um temor que o Fla desistisse por conta da tragédia. No entanto, a chegada do jogador para o meio do ano será mantida. Assim que o atleta terminar seu contrato com o Bayern, Rafinha assinará um contrato de três temporadas com o Mengão.