Mesmo vivendo seus primeiros dias como ​treinador interino do São Paulo, Vagner Mancini já conseguiu definir qual é a principal prioridade para o clube se recuperar na temporada: uma mudança de astral/autoestima. Contudo, suas iniciativas primárias enquanto comandante tricolor não surtiram efeito logo de cara no Majestoso do último domingo (17), vencido pelo Corinthians por 2 a 1, em Itaquera.


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Nene

Como destaca o ​UOL Esportes, a primeira iniciativa de Mancini em sua busca por uma reviravolta no São Paulo foi barrar os medalhões do elenco. Jucilei, Nenê e Diego Souza iniciaram o clássico no banco de reservas, indicativo de uma mudança de protagonismo que já vinha sendo implementada desde a saída de Diego Aguirre. Questionado sobre a situação, o interino cravou que buscava uma equipe mais leve e veloz: "Preciso tornar essa equipe mais leve, que tenha mais volume, que tenha mais chances de gol e que seja uma equipe com domínio territorial", afirmou em entrevista.

Além de mudar as peças e fazer alterações táticas, Mancini fez questão de ressaltar que o São Paulo tem muito potencial para render mais, mas que a principal 'trava' é o aspecto emocional. Aos olhos do treinador, é preciso buscar um novo ambiente, um clima mais ameno, para que os jogadores se recuperem moralmente e coloquem a cabeça no lugar.


"É difícil falar em técnica porque hoje faltou isso, mais uma vez. Difícil falar em técnica quando você tem um desequilíbrio mental. O atleta não consegue render o máximo se tiver algum problema mental. Estamos com a autoestima baixa dentro de campo. É isso que temos que corrigir. Nós oscilamos dentro do jogo e não foi parte física, nem técnica. Enxergo a gente muito abaixo do que pode render", concluiu.