Apesar de cumprir funções táticas distintas em relação ao uruguaio De Arrascaeta, a contratação de Rodriguinho foi encarada como uma reposição imediata à saída do meia. As primeiras semanas de trabalho desde a chegada do armador à Toca da Raposa têm sido de familiarização aos novos companheiros e novo clube, mas Mano Menezes já quebra a cabeça de como escalará o Cruzeiro com o novo camisa 10.


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​​Como destaca o ​UOL Esportes, ainda que o torcedor celeste não queira ouvir falar de Arrascaeta, a história de adaptação do uruguaio ao Cruzeiro pode servir como 'fonte de inspiração' para a construção do entrosamento da nova dupla de armadores da Raposa: Thiago Neves e Rodriguinho. Os dois acreditam que a qualidade técnica falará mais alto, e que conseguirão, a curto prazo, construir uma boa química em campo.


"Tem tudo para dar certo pela qualidade que ele [Rodriguinho] tem, o estilo, o jogo cadenciado, de toque de bola. Jogador inteligente, que chega perto da área. Todo mundo falou que eu não daria certo jogando com Arrascaeta, mas no final foi uma dupla fenomenal", afirmou Thiago.

Ao falar sobre a possibilidade de atuar ao lado do camisa 30 no time titular, Rodriguinho lembrou que viveu enredo semelhante no Corinthians, ao atuar ao lado de outro armador clássico: "Com a experiência que o Mano tem no futebol, ele não me traria se isso não fosse possível. Já provamos em outras oportunidades. Eu e Jadson fazíamos a mesma situação, e provamos para todos que poderíamos jogar juntos. Foi uma parceria de muito sucesso", disse.


Para não perder poder de marcação e pegada no meio, Mano estuda a possibilidade de jogar com Rodriguinho como terceiro homem de meio-campo, mantendo uma dupla de volantes de contenção. A versatilidade do camisa 10, no entanto, dá um leque variado de opções táticas ao comandante. Problema bom, que todo treinador quer experimentar.

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