​Depois do empate em 2 a 2 no Uruguai, o ​Atlético-MG tem a chance de, na próxima terça-feira, segurar o 0 a 0 com o Danubio e avançar à terceira etapa da Libertadores, a última antes da fase de grupos. Só que o jogo no país vizinho mostrou que o técnico Levir Culpi possui, no mínimo, um aspecto a consertar na equipe, até para evitar sustos no Independência.


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O adversário, que esteve duas vezes atrás no marcador, chegou à igualdade explorando espaços nas laterais da defesa do Galo. Patric, na direita, e Fábio Santos, na esquerda, tiveram muita dificuldade na marcação, e o próprio treinador admitiu isso. “Todos os times querem fechar esse espaço, mas às vezes você tem um lateral mais baixo que sofre na bola aérea, na bola parada contra. Mas são coisas que a gente vai decidindo durante o campeonato”, destacou o treinador.



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Os atletas também falaram sobre os lances. “Foi muita inteligência do meio-campista deles, que estava flutuando nas costas do nosso volante e a gente estava tendo um pouco de dificuldade no posicionamento. São coisas que a gente vai acertar. É começo de temporada e, infelizmente, já estamos tendo decisões pela frente. Mas a gente vai melhorar, sem dúvida nenhuma”, disse Fábio Santos. Patric, alvo de críticas constantes por parte da torcida, acredita que não teve uma atuação ruim. “O que eles criaram no setor a gente procurou marcar, neutralizamos. Estou muito tranquilo com o trabalho que foi feito”, afirmou. Antes de voltar a enfrentar o Danubio, o Atlético-MG tem compromisso no sábado contra a Caldense, em Poços de Caldas, pela sexta rodada do Campeonato Mineiro. Para evitar desgaste, Levir mandará a campo uma formação alternativa.