Neste sábado, a Seleção Brasileira sub-20​ realizou seu segundo jogo pelo campeonato Sul-Americano e a principal preocupação foi com o rendimento da promessa Rodrygo, de apenas 18 anos, ​já vendido para o Real Madrid por 45 milhões de euros (aproximadamente R$ 197 milhões).



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Em meio a uma marcação pesada dos colombianos, Rodrygo teve grande dificuldade de criar chances de gols, assim como seus companheiros de ataque, Lincoln e Marquinhos Cipriano. A principal razão para esse baixo rendimento no setor ofensivo se deve à diferença física entre os brasileiros e colombianos, assim como a diferença de idade, uma vez que entre os onze titulares da seleção colombiana, nove nasceram em 1999, já Rodrygo, em 2001.


O técnico Carlos Amadeu fez questão de ressaltar esse assunto depois do empate em 0 a 0:


"Essa competição é 1999, ele (Rodrygo) é 2001. As pessoas que não trabalham com base não compreendem muito isso. No profissional do Santos ele está cercado por vários profissionais, que dão sustentação a ele. Consegue jogar no profissional e no sub-20 pela capacidade técnica, pelo talento. Mas agora é um novo jogo para ele. O que ele procura fazer é fugir do contato sempre, tocar e sair rápido", analisou o comandante.

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