A temporada sequer começou, mas dirigentes e comissão técnica palmeirenses já estão preocupados e frustrados com o calendário que aguarda a equipe paulista em 2019. Internamente, o planejamento tem sido minuciosamente elaborado, com objetivo de minimizar de pronto os efeitos que o mês de janeiro pode causar na preparação dos atletas.


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​​Como destaca o ​UOL Esportes, a principal contestação alviverde é a maratona desnecessária logo no primeiro mês de temporada, quando os jogadores ainda estão readquirindo a forma física e o ritmo de jogo. De fato, passa longe de ser o 'cenário dos sonhos' realizar quatro partidas em um intervalo de apenas 10 dias, situação que o Palmeiras viverá no Paulistão: Red Bull (20/01), Botafogo-SP (23/01), São Caetano (27/01) e Oeste (30/01).


O fato dos jogadores iniciarem a temporada ainda sem o condicionamento físico ideal os expõe, tornando-os mais suscetíveis à lesões. Deste modo, é bastante provável que Felipão mantenha a filosofia implementada em 2018, rotacionando seu elenco e evitando desgastes precoces. Felizmente para o clube paulista, o vasto grupo permite esse tipo de arranjo.

Outra situação que preocupa a comissão técnica do clube, em especial Felipão, tem a ver com as datas Fifa. Apesar do calendário ser suspenso para a realização da Copa América no Brasil - entre os dias 14 de junho e 7 de julho -, os amistosos para preparação de seleções acontecerão em paralelo às competições regulares do nosso calendário. Desta forma, é provável que o comandante alviverde tenha que conviver com desfalques importantes, como Gustavo Gómez, Miguel Borja e outros selecionáveis.

Yago Pikachu,Miguel Borja

​Com jogadores em preparação especial por motivos clínicos, Felipão tem mais seis dias para decidir quais cortes fazer para enviar à Federação os inscritos no Paulistão. Somente 26 jogadores podem estar na lista.