​Por trás de um muro, “um campo”. Uma cena que se repete em tudo que é canto. Pois é justamente nestes locais, a maioria deles de terra batida e demarcados aleatoriamente, que o futebol é praticado na sua essência. A várzea é ponto de partida de muitas histórias, de muitos sonhos. E a Kaiser está do lado deles.


Em meio a arquibancadas improvisadas (ou muitas vezes até inexistentes), a torcida faz a sua festa, mas não é para um clube poderoso, cheio de grana. É para um time de bairro, muitas vezes formado por amigos que querem se divertir e, ao mesmo tempo, jogar uma bolinha em clima de competição. A ligação entre “campo” e “arquibancada” é forte, o som dos tambores embala os atletas que precisam se superar ao vestir, com o maior orgulho, o uniforme lavado em casa.

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Claro, antes de a bola rolar, o discurso dos jogadores é claro: “nós sabemos o nosso objetivo, que é ser campeão”. E é a partir daí que tudo se desenrola. Não importa se eles não estão no Maracanã ou no Mineirão. Querem é vencer, com tática ou sem, superar as dificuldades da terra batida, do cachorro que atravessa o “campo”. E tudo fica mais fácil e atraente quando empresas de grande porte olham para a várzea como uma possibilidade de gerar satisfação ao seu público. É o caso do projeto Raízes do Futebol. “A importância de uma competição como essa, que a Kaiser promove, é para colocar a base em atividade junto com jogadores amadores da região”, diz um dos participantes. “Hoje o sonho do menino está aqui”, completa um companheiro.


Tem fogo de artifício, tem bumbo, tem cerveja. Tem tensão. E isso é o futebol de várzea. “A gente ama o esporte. A gente quer brincar, se divertir. A gente não ganha por isso. Rivalidade é na bola. Jogou, acabou. Ganhou, vence o melhor.” Tem coisa melhor?

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