Que o ​São Paulo terminou 2018 em baixa, isso ninguém duvida. Afinal, ficou na quinta colocação do Campeonato Brasileiro depois de ter liderado o torneio - ou seja, nem vaga direta à Libertadores do ano que vem garantiu - e acompanhou uma crise interna que culminou na demissão do técnico Diego Aguirre e efetivação de André Jardine como seu substituto. Pois uma das primeiras missões para o ano que vem é resolver um grave problema ofensivo.


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Ao longo das 19 partidas do returno do Brasileirão, o Tricolor só marcou 14 gols. E isso é motivo de preocupação para o comandante. “Quando tiver o diagnóstico do que aconteceu, vou atrás de solução para o problema. Vi uma reportagem que talvez tenha sido o pior desempenho do São Paulo em returno, ofensivamente falando. E isso é realmente um problema que temos que resolver. Minha missão é fazer o time produzir mais e ter capacidade de construir seus gols”, destacou Jardine, que viu seu time passar em branco no placar nos últimos três jogos - derrotas para Vasco e Chapecoense e empate com o Sport.



Diego Souza acabou o ano como artilheiro do time com 16 gols. Nenê, com 12, aparece logo atrás. Por sua vez, Tréllez e Gonzalo Carneiro pouco fizeram. Mesmo com muitos nomes de frente - Brenner, Everton e Shaylon, sem contar o lesionado Joao Rojas, ainda compões o plantel -, a direção está de olho em mais um meia de articulação, além de um ponteiro e um centroavante. Até o momento, chegaram somente o lateral-direito Igor Vinicius e o lateral-esquerdo Léo Pelé.