​Durante toda a Copa do Mundo, ​Neymar falou apenas uma vez com a imprensa. E por obrigação pelo fato de ter sido eleito o melhor jogador de uma partida. Diante de um Mundial apagado, em que chamou mais atenção pelas simulações, quedas “cinematográficas” e reclamações, acabou se manifestando apenas pelas redes sociais após a eliminação da seleção brasileira. Pois agora que um novo ciclo está começando, e com o camisa 10 sendo o capitão da equipe comandada por Tite, ele dá claros sinais de mudança de atitude.


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Dentro de campo, voltou a ser protagonista no amistoso desta sexta-feira. Foi dele a assistência para Gabriel Jesus abrir o placar frente à Arábia Saudita. Mais tarde, ainda cobraria o escanteio para Alex Sandro fazer de cabeça e determinar o 2 a 0. Quando a bola parou de rolar, falou com a imprensa pacientemente, algo que deveria ser normal para quem é o líder técnico de um grupo. “Fiquei calado ali porque não concordei com as coisas que falaram depois da Copa. Não queria expor minha opinião naquele momento. Era delicado e eu não tinha muito o que falar. Tinha que sentir a dor e trabalhar. Agora é vida que segue”, disse o astro.



Neymar também destacou que, embora não tenha balançado a rede, ficou feliz com a sua atuação. “Dar assistência é tão importante quanto fazer gol. É uma retomada. Precisamos retomar o ânimo e a alegria e jogar sempre com a mesma vontade que tivemos hoje”, concluiu. Na próxima terça-feira, o Brasil encara a Argentina naquele que é o primeiro compromisso de maior envergadura após a Copa da Rússia.


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