5 reforços que chegam pressionados aos seus novos clubes
Por Nathália Almeida
Há reforços que chegam com status de aquisição para agregar/somar a um elenco já competitivo.
Por outro lado, há contratações que ganham contornos bem mais tensos, pela responsabilidade que recebem ao vestir a camisa daquele novo clube.
Solução dos problemas, esperança por dias melhores ou reposição à saída de um ídolo: a seguir, elencamos 5 jogadores que chegam pressionados às suas novas equipes.
1. Memphis Depay (Barcelona)
Quando foi contratado pelo Barcelona, Memphis achava que atuaria ao lado de Lionel Messi e Sergio Aguero. Poucos dias depois, o holandês viu o primeiro se despedir do clube rumo ao PSG, e o segundo se lesionar com gravidade durante amistoso de pré-temporada.
Isso aumenta e muito a sua responsabilidade por protagonismo no Camp Nou, afinal de contas, Dembélé e Coutinho seguem como incógnitas, ao passo que Griezmann ainda oscila muito com a camisa blaugrana.
2. Martin Ødegaard (Arsenal)
Todos sabem que o Arsenal hoje é um clube machucado pelos anos ruins e maus resultados recentes, cenário que cria um entorno muito duro para todo novo reforço que chega ao clube a custo alto.
Martin Ødegaard sabe que há muita expectativa em torno de seu nome, especialmente pela boa impressão deixada em seu período no clube via empréstimo. Contudo, agora ele é oficialmente um gunner, tendo a missão de reerguer esportivamente e emocionalmente uma equipe em frangalhos.
3. Manuel Locatelli (Juventus)
Após nove anos de domínio nacional, a Juventus foi destronada em solo italiano. O setor mais criticado do elenco da temporada 2020/21 foi o meio-campo, pobre em ideias e criatividade.
Dito isso, fica evidente que Manuel Locatelli chega à Velha Senhora bem pressionado: foi a grande aquisição do clube de Turim nesta janela de verão, e muito se espera dele para dar mais pegada, inspiração e qualidade ao meio de campo bianconero.
4. Jack Grealish (Manchester City)
O Manchester City pagou quase 120 milhões de euros para Jack Grealish do Aston Villa. Como atleta dos Citizens, o inglês tem a primeira chance real de sua carreira de brigar por títulos de expressão e disputar a Champions, mas essa "etiqueta de preço" inevitavelmente o acompanhará em todos os momentos, nas fases boas e ruins.
Precisará mostrar, portanto a pesada camisa 10, que não era apenas um caso de sucesso pontual em um clube médio. Tem qualidade pra isso, mas será que conseguirá lidar com a pressão?
5. Tammy Abraham (Roma)
A Roma não é apontada como uma das equipes do primeiro escalão do futebol italiano, no sentido de ter a responsabilidade de disputar títulos. No entanto, ao trazer José Mourinho, a equipe da capital se colocou no radar e há, sim, muitos holofotes hoje sobre os Giallorossi.
Contratado junto ao Chelsea, Tammy Abraham terá a missão de substituir o ídolo romanista Edin Dzeko, que rumou à Inter de Milão. Não será tarefa fácil, mas o jovem centroavante tem potencial para brilhar na Itália.