Feliz aniversário, Baixinho! 50 imagens marcantes dos 50 anos de Romário

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13 JUL 1994:  ROMARIO #11 OF BRAZIL CELEBRATES AFTER SCORING THE WINNING GOAL AGAINST SWEDEN DURING THE 1994 WORLD CUP SEMI-FINAL MATCH AT THE ROSE BOWL STADIUM IN PASADENA, CALIFORNIA. Mandatory Credit: Shaun Botterill/ALLSPORT

O ex-atacante Romário, o único e eterno Rei da Grande Área, fez aniversário nesta sexta-feira. E nada mais justo que homenagear os 50 anos de um dos maiores jogadores brasileiros de todos os tempos lembrando 50 momentos marcantes de sua trajetória.


Feliz aniversário, Baixinho!

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50. Primeiros passos ao lado de Dinamite

​Romário estreou na equipe profissional do Vasco em 1985. Naquele mesmo ano, marcaria seus primeiros gols e seria vice-artilheiro do Campeonato Carioca.


A parceria com Roberto Dinamite, grande ídolo cruz-maltino, até hoje é lembrada pelos torcedores como uma das duplas de ataque mais sensacionais da história do clube.

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49. Bicampeonato carioca

​Os títulos não demoraram a aparecer. Artilheiro do Campeonato Carioca em 86, o Baixinho levantaria suas primeiras taças do estadual com o Vasco em 87 - quando também foi artilheiro - e 88, em duas finais históricas contra o Flamengo.


Era o começo de uma carreia extremamente vitoriosa. 





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48. Jogos Olímpicos de 1988

O desempenho do camisa 11 no Vasco o transforma na grande esperança de uma inédita medalha de ouro brasileira nos Jogos Olímpicos. Romário faz sua parte e termina a competição como artilheiro, mas o Brasil perde a final na prorrogação para a União Soviética.

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47. Transferência para o PSV

As grandes atuações em Seul chamaram a atenção do PSV, da Holanda, então um dos gigantes do futebol europeu. Os holandeses pagaram ​US$ 5 milhões, um verdadeiro caminhão de dinheiro para a época, para contratar o Baixinho. Começava o reinado de Romário na Holanda.

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46. Atuação antológica contra a Argentina

​Aos 23 anos, Romário estava voando. Tanto no PSV quanto na Seleção, assistir o Baixinho jogar era um privilégio. O atacante cairia de vez no gosto da torcida brasileira após a conquista da Copa América de 1989, quando foi peça fundamental das vitórias brasileiras contra Argentina e Uruguai, no quadrangular final da competição.

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45. Caneta em Maradona

A vitória sobre os argentinos começou com esta linda caneta do Baixinho em ninguém menos que Diego Maradona - e logo no pontapé inicial. 


O Peixe era demais!





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44. Gol do título da Copa América

​A consagração viria na grande final. Em uma partida muito disputada contra o Uruguai, Romário marcou, de cabeça, o gol do título. Observação: o Brasil não conquistava a Copa América desde 1949.




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43. Frustração em 90

​Romário estava em forma avassaladora na Holanda. Empilhava gols e títulos com a camisa do PSV e se candidatava a ser o grande astro da Copa do Mundo de 1990

​Mas a sorte não sorria para a Seleção Brasileira naqueles tempos. Uma grave lesão no tornozelo prejudicou o Baixinho, que acabou jogando só uma partida do Mundial. 

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42. Tricampeonato holandês

Os tempos de Romário no PSV são menos lembrados do que deveriam, mas estão entre os mais brilhantes da carreira do atacante. ​Lances geniais proliferaram e o resultado disso foram três títulos holandeses para o clube e inúmeras artilharias para o jogador - três vezes principal goleador do Campeonato Holandês e duas vezes da Champions League.

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41. Barcelona

Após arrasar defesas na Holanda, o Barcelona foi o destino seguinte de Romário. Em seu polêmico período na Espanha, o Baixinho formou uma das duplas de ataque mais incríveis da história do futebol mundial. Formando o ataque ao lado do búlgaro Hristo Stoichkov, que também não tinha um temperamento fácil, Romário fez parte de uma equipe mágica em 1993 e 1994.

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40. Levando o Brasil para a Copa

Romário se desentendeu com a comissão técnica e acabou sendo deixado de lado durante boa parte das eliminatórias para a Copa de 1994. Mas quando a coisa apertou para o lado do Brasil, quem foi chamado para espantar a crise e levar a Seleção para os Estados Unidos? O Baixinho.


Dois gols e atuação de gala contra o Uruguai. Passaporte carimbado para o tetra.



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39. Barcelona

​No Barcelona, o Baixinho seguia dando show. Este golaço marcado contra o Real Madrid em 1994 é um exemplo perfeito da fase que vivia o atacante. Nesta partida, Romário marcou outras duas vezes em um massacre de 5x0 no grande clássico espanhol.



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38. Proximidade com a família

​Muito apegado a família, Romário passou por um susto antes da Copa de 1994. Edevair de Souza Faria, pai do jogador, foi sequestrado no Rio de Janeiro. Os bandidos exigiam o pagamento de US$ 7 milhões de resgate.


A polícia acabou libertando Edevair sete dias mais tarde, sem o pagamento fosse efetuado. 

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37. Protagonismo na Copa

Poucos jogadores podem dizer que ganharam uma Copa do Mundo praticamente sozinhos, mas foi exatamente isto que Romário fez em 1994. O Baixinho marcou cinco dos 11 gols do Brasil naquele Mundial, tendo ido às redes em cinco partidas das sete disputadas pela Seleção.

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36. Romário e Bebeto

​Seu grande parceiro naquele mundial foi Bebeto. Tanto que Romário deixa a humildade de lado para falar da parceria.


- Houve outros grandes jogadores que colocaram o nome na História, outras grandes duplas, mas não sei se vai mais aparecer outra para fazer melhor. Só se Jesus Cristo descer à Terra, como falei em relação à Copa do Brasil ser a melhor. Estão longe de Bebeto e Romário. Vão dizer: Esse Baixinho é folgado, marrento, mas a verdade é essa!

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35. É do Brasil!

Romário bateu um dos pênaltis na decisão contra a Itália, mas se engana quem pensa que o Baixinho era um excelente cobrador. O atacante não estava na lista dos cinco batedores, mas entrou na lista ao fazer um pedido ao técnico Parreira. 


- ​Até ali eu tinha cobrado três pênaltis na vida. No dia, eu vi uma preocupação muito grande dos jogadores. Parreira veio com a lista e eu pedi para bater. Foram os 40, 50 metros mais longos da minha vida. Foram os momentos mais difíceis, complicados e felizes da minha vida. A partir daí, eu me tornei quem eu sou, o Romário

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34. Gols Copa do Mundo - jun1994

​Veja todos os gols do Baixinho naquele Mundial!






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33. Última grande noite em Barcelona

Após o título mundial, Romário seguiu em grande fase técnica na Europa. Entretanto, o desejo do camisa 11 de retornar ao Brasil foi minando sua carreira no Velho Continente.


Uma das últimas grandes atuações da dupla Romário e Stoichkov aconteceu na Champions League de 1994. O Manchester United de Alex Ferguson não viu a cor da bola no Camp Nou.

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32. Polêmicas na Espanha

​Se sua carreira na Espanha foi repleta de grandes atuações e golaços, foi igualmente numerosa em polêmicas e casos de indisciplina. Sempre que possível, Romário dava um jeito de escapar de volta para o Rio de Janeiro, como nesta ocasião em que foi expulso por uma agressão ao argentino Diego Simeone. 

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31. Retorno ao Rio

​Depois de forçar a barra para conseguir a liberação, Romário volta ao Brasil para defender o Flamengo. O Baixinho retornava ao país no auge - tinha 29 anos - para seguir escrevendo sua história vitoriosa na capital carioca. 



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30. Os Bad Boys

​Após alguns meses no rubro-negro, Romário ganhou a companhia de Edmundo. A dupla de 'Bad Boys' estava afinada fora de campo, mas dentro dele ficou devendo resultados melhores para o Flamengo.





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29. Valencia

Romário deixa o Flamengo para atuar pelo Valencia. A passagem pelo clube espanhol é extramamente instável e após idas e vindas por empréstimo o atacante retorna de vez para o rubro-negro pouco tempo depois, onde seria quatro vezes seguidas artilheiro do Campeonato Carioca.



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28. Seleção em alta

Após a Copa de 94, acabou novamente ficando um período afastado da Seleção. Voltou em 97 e o desempenho continuou fantástico. ​Foi campeão da Copa América e da Copa das Confederações jogando em altíssimo nível.

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27. Dupla 'Ro-Ro'

​Foi neste período que o Baixinho formou uma outra dupla sensacional. Ao lado de Ronaldo, Romário destruiu defesas entre 1997 e 1998. Dez anos mais novo, o Fenômeno era visto como o sucessor natural do camisa 11 na Seleção Brasileira.

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26. O corte em 98

​Infelizmente para o Brasil, a dupla não chegou à Copa do Mundo. Uma lesão na panturrilha tirou Romário do Mundial, em um episódio que nunca foi bem aceito pelo jogador, que acreditava que se recuperaria a tempo de jogar o mata-mata.


O Brasil acabou perdendo a final para a França e Romário entrou em campo pelo Flamengo dois dias após o jogo das quartas-de-final da Seleção.



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25. Rixa com Zico e Zagallo

A mágoa de Romário com os responsáveis pelo corte ficou evidente um ano mais tarde. Zico e Zagallo foram alvos da ironia do Baixinho na sua casa noturna, o Café do Gol. 



 

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24. Golaços no Brasil

​Pelo Flamengo, Romário continuava acumulando gols e lances de gênio, como este golaço com direito a elástico em Amaral. O Baixinho deixou o gramado do Pacaembu aplaudido pelos torcedores do Corinthians. 



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23. Bad Boys no Vasco

​O comportamento de Romário fora de campo faz com que o presidente do Flamengo rescinda seu contrato. Sem clube, o Baixinho acerta seu retorno ao Vasco, onde reencontra Edmundo.


Ao contrário da primeira edição da parceria, os Bad Boys tem uma péssima relação, mas vivem ótima fase com o Gigante da Colina.

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22. A corte vascaína

​Como dito anteriormente, a relação entre o Animal e o Baixinho na corte do Vasco não foi nada boa.



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21. Virada histórica na Mercosul

Edmundo acabou perdendo a queda de braço e deixou o clube após o Campeonato Carioca. Romário toma conta da equipe e vive grande fase durante o ano. O ápice da temporada acontece na final da Copa Mercosul, em que o Baixinho marca três vezes na virada histórica sobre o Palmeiras. 

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20. Festa e títulos com o Vasco em 2000

​O ano é fantástico para o Baixinho. Mesmo já com 34 anos, Romário é artilheiro do Campeonato Brasileiro (Copa João Havelange) e recebe o prêmio Bola de Ouro da revista Placar.


Entre Vasco e Seleção Brasileira, o atacante foi às redes incríveis 73 vezes.

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19. O rei e o príncipe

​A temporada 2000 termina apenas em 2001, com a decisão da Copa João Havelange. O príncipe Romário coroa a temporada perfeita com mais uma faixa no peito. 



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18. Romário e Felipão

Apesar da grande fase com o Vasco, Romário volta a ter problemas na Seleção. O relacionamento com Luiz Felipe Scolari fica estremecido após o jogador pedir dispensa da Copa América e o Baixinho fica fora da lista de 23 convocados para a Copa do Mundo de 2002.


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17. Chegada ao Flu - jun2003

A não convocação para a Copa mexe com Romário, que já vinha se desentendendo com a torcida vascaína e se envolvendo em problemas com a diretoria. ​O Baixinho deixa o Vasco, mas não o Rio de Janeiro. O eterno camisa 11 acerta com o Fluminense, onde ficaria três temporadas. 

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16. Briga com tricolores

​A passagem pelas Laranjeiras teve altos e baixos. Já veterano, Romário gozava de regalias que muitas vezes incomodavam o resto do elenco. Os gols continuavam aparecendo, mas não na mesma quantidade que anteriormente.


Fora de campo, o jogador continuou se envolvendo em confusões, como no episódio em que brigou com um torcedor do Fluminense que foi protestar no treinamento da equipe.

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15. 'La gran despedida' - 2004

​As despedidas começaram em 2004. Ainda no Fluminense, o Baixinho organizou ao lado do lendário goleiro mexicano Jorge Campos uma despedida em conjunto.


O evento, chamado de 'La Gran Despedida', aconteceu em Los Angeles.




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14. Aposentadoria ou artilharia?

Em meio a rumores sobre sua aposentadoria, Romário acerta com o Vasco para a temporada 2005. Já com 39 anos, o atacante cala os críticos e termina a temporada como artilheiro do Campeonato Brasileiro - o jogador mais velho a conseguir o feito na história da competição.



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13. Despedida Seleção - abr 2005

​A despedida oficial da Seleção também aconteceu naquele ano. Romário deixou sua marca em um 3x0 contra a Guatemala, no Pacaembu.



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12. Pelé poeta

​A idade não deixou a língua do Baixinho menos afiada. Sobrou até para o maior jogador de todos os tempos, que resolveu sugerir que Romário se aposentasse:


O Pelé calado é um poeta. Tinha era que colocar um sapato na boca - disse o atacante.

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11. Futebol de areia

​Durante a temporada 2005, o Baixinho não foi presença constante nos treinos do Vasco. Mesmo assim, foi liberado para atuar no Mundial de Futebol de Areia. Romário marcou seis gols e o Brasil terminou a competição em terceiro lugar. 




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10. Passagem pelos Estados Unidos

Com mais de 900 gols na carreira, ​Romário decide entrar de vez no projeto do milésimo gol. O Baixinho não fica no Vasco para 2006 e com o Miami FC, clube americano que disputava uma liga alternativa à Major League Soccer.

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9. Austrália

​Após a passagem pelos Estados Unidos, Romário termina 2006 na Austrália. Contudo, a passagem pela fraquíssima liga nacional não serve nem para facilitar a tarefa do gol mil. O Baixinho foi às redes apenas uma vez com a camisa do Adelaide United.



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8. Retorno ao Vasco e expectativa pelo milésimo

2007 começa com a quarta passagem do jogador pelo Vasco e com o milésimo gol cada vez mais perto. Romário tem a chance de fazer o gol 1000 no Campeonato Carioca, contra o Flamego, mas não consegue.


Com o cruz-maltino eliminado do estadual, o gol histórico é adiado para o Campeonato Brasileiro. 

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7. O milésimo

O gol ​mil chega no dia 20 de maio de 2007. Contra o Sport, em São Januário, Romário converte um pênalti e chega alcança a marca.


Uma data inesquecível na carreira do jogador e para o esporte mais popular de todo o planeta.



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6. Embaixador da Copa

Romário começa a ser um personagem importante longe dos gramados. O jogador atua como embaixador da candidatura brasileira para sediar a Copa de 2014. Poucos apostariam - talvez nem o próprio Baixinho - que ele se tornaria uma verdadeira pedra no sapato da CBF nos anos seguintes.

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5. A homenagem

Em homenagem ao gol mil do Baixinho, o Vasco manda erguer uma estátua em tamanho real do jogador. Há boatos que a peça já fez mais gols que muito atacante por aí...



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4. Jogador ou treinador?

​Ainda em 2007, Romário viveu a curiosa experiência de ser jogador/treinador. Após a demissão de Celso Roth, o Baixinho assumiu e ficou no comando da equipe até fevereiro de 2008, quando pediu demissão alegando que Eurico Miranda tentava influenciar na escalação da equipe.

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3. Aposentadoria? Que nada!

​Pouco mais de dois meses depois de deixar o Vasco, Romário convoca uma entrevista e anuncia que está pendurando as chuteiras. 


Mas a vida de aposentado não dura muito. Em agosto de 2009, o Baixinho comunicou que estava voltando aos gramados para defender o América, clube de coração de seu pai, que havia falecido no ano anterior. Romário faz apenas uma partida oficial com a equipe e se aposenta de vez.

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2. Vida política

​No mesmo ano em que se afastou de vez dos gramados, Romário iniciou sua carreira política. Lançou-se candidato a deputado federal e acabou como sexto mais votado nas eleições de 2010. 


Durante seu primeiro mandato, o Baixinho se destacou por ser um dos parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional. 

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1. O senador Romário

​A trajetória consistente de Romário na Câmara o credencia a voos maiores em Brasília. Nas eleições de 2014, o Baixinho é eleito senador pelo estado do Rio de Janeiro.


O ex-jogador se transforma em um opositor ferrenho da CBF, conseguindo a instalação da CPI do Futebol. Em uma dos encontros da comissão, Romário colocou Marco Polo Del Nero contra a parede:


- O senhor é uma das pessoas mais nocivas ao futebol brasileiro. Eu gostaria de fazer um pedido público ao senhor para que se retirasse da CBF. Você e seus antecessores (Ricardo Teixeira e José Maria Marín) são o câncer do nosso futebol - disse o senador, que mantém a língua afiada dos tempos de atleta.

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