9 pênaltis desperdiçados que serão lembrados para sempre pelos torcedores

​Gol é o grande momento do futebol. Isso todos nós sabemos. O pênalti talvez eja o segundo maior. Antecede momentos que vão inevitavelmente gerar euforia para uma ou outra torcida. Uma cobrança desperdiçada é quase um gol para a equipe adversária. Lembramos aqui de nove momentos marcantes em que isso aconteceu:

9. O inacreditável Watford (2013)

​Com o placar em 2 a 2 no agregado durante a disputa dos playoffs para a a promoção à Premier Legue, o Watford venceu o Leicester por 3 a 1, reverteu a vantagem dos rivais conquistada na primeira partida, num contra-ataque originado de um pênalti perdido por Antony Knockheart nos acréscimos. Incrível.

8. A escorregada de Terry (2008)

O ano de 2008 marcou a final de uma Champions League entre Manchester United e Chelsea. O clube londrino buscava seu primeiro título da competição na época. Quis o destino que John Terry, o grande capitão da equipe, desperdiçasse a última cobrança ao escorregar, dando o título ao rival United.

7. A Batalha dos Aflitos (2005)

​Jogo com requintes de crueldade para os torcedores de Náutico e Grêmio, a partida era válida pela rodada derradeira da fase final da série B daquele ano (o formato era diferente do atual). O Grêmio, com quatro jogadores a menos, conseguiu não ser eliminado com um pênalti. E, segundos depois, ainda marcou um gol que selou a volta à série A.

6. Victor contra o Tijuana (2013)

​Partida mais emblemática da fantástica caminhada do Atlético-MG rumo ao título da Copa Libertadores. Em partida difícil, o Galo vinha se classificando, até que o Tijuana-MEX sofreu penalidade máxima nos acréscimos. Riascos, hoje no Cruzeiro, partiu para cobrança e perdeu. Um verdadeiro gol de Victor no último lance do confronto que levou o alvinegro às semifinais da competição.

5. Marcos x Marcelinho (2000)

​Naquele que pode ser definido como o confronto entre Corinthians e Palmeiras mais importante da história, os rivais novamente se encontraram numa Copa Libertadores. Só que, diferentemente da edição anterior, o embate aconteceu uma fase depois, pelas semifinais. Após empate no placar agregado, o duelo foi para os pênaltis, e coube a São Marcos defender a bola final de Marcelinho Carioca, levando o Verdão à decisão daquele ano.

4. Dida contra e El Nacional (1997)

​O estádio foi o mesmo, a competição foi a mesma, inclusive em fase idêntica dela. O goleiro Fábio, na última quarta-feira, repetiu o feito de Dida, que em 1997 levou o Cruzeiro às quartas de final após uma emocionante disputa de pênaltis. A Raposa havia sido derrotada pelo El Nacional, no Equador, por 1 a 0. Na partida de volta, no Mineirão, o clube celeste venceu pelo mesmo placar. Nos pênaltis, vitória azul e branca por 5 a 3. Mais tarde, o Cruzeiro se sagraria grande campeão da competição.

3. Edmundo e o Mundial do Corinthians (2000)

​Maracanã lotado de vascaínos e corintianos para a final do Mundial daquele ano, organizado pela FIFA e sediado no Brasil. A grande decisão terminou em 0 a 0 e foi para os pênaltis. Marcelinho Carioca, que poderia ter definido para o Timão, parou nas mãos de Helton. Na sequência, no entanto, Edmundo jogou a bola pra fora e deu ao clube paulista seu primeiro título mundial na história.

2. A mão de Suárez contra Gana (2010)

​Um dos momentos mais incríveis de todas as Copas. No último minuto do tempo extra, pelas quartas de final da Copa do Mundo na África do Sul, em 2010, após bate-rebate na área uruguaia, Suárez impediu o gol ganense, salvando a bola com a mão em cima da linha. O atacante foi expulso pelo árbitro português Olegário Benquerença, e vários jogadores de Gana comemoraram como se o jogo já estivesse ganho, indo em direção à torcida. Mas Gyan desperdiçou a penalidade, e o jogo acabou indo para a disputa de pênaltis. Nela, deu Uruguai, que chegou a uma semifinal do torneio depois de 40 anos.

9 / 9

1. É tetra! (1994)

​Talvez o pênalti perdido mais emblemático da história. Pela primeira vez, uma Copa do Mundo era decidida nos pênaltis. Justamente envolvendo duas das maiores seleções vencedoras do torneio: Brasil e Itália. Coube a Baggio, craque do time italiano, desperdiçar a última das cobranças italianas e dar o título à seleção canarinho.

9 / 9