3 lições que o Flamengo tirou da derrota para o Corinthians na Supercopa do Brasil 2026
- Falhas individuais e coletivas, dificuldade de criação e mais: início de temporada do Flamengo é ruim
- Rubro-Negro precisa virar a chave o quanto antes
Por Antonio Mota

Entre ajustes e mudanças no planejamento, o Flamengo faz um início de temporada bem abaixo das expectativas. A derrota para o Corinthians, por 2 a 0, no Mané Garrincha, em Brasília, neste último domingo (1º), na decisão da Supercopa Rei do Brasil, é um bom resumo do momento atual da equipe rubro-negra. Além disso, o time comandado Filipe Luís estreou com derrota no Brasileirão e corre o risco de não ir ao mata-mata do Campeonato Carioca.
Agora, pesando o início do novo calendário, no qual o clube está focado em dar ritmo e recuperar os jogadores, vejamos lições que o Rubro-Negro pode tirar do tropeço na primeira decisão de título de 2026:
1. Dificuldade de criação
O Flamengo ainda não reencontrou sua melhor versão em 2026, mas fato é que o time de Filipe Luís encontra dificuldades para criar lances mais agudos desde o ano passado, quando, em muitos momentos, sobrecarregou Arrascaeta.
Contra o Corinthians, o Rubro-Negro esbarrou em uma defesa bem postada, fechada em uma linha de cinco e empenhada a não deixar espaços, o que não mudou nem diante da expulsão de Carrascal.
O atual campeão do Brasileirão e da Libertadores precisa desenvolver formas de ser mais letal e perigoso contra equipes fechadas e voltadas a contragolpear. Afinal, poucas equipes na América do Sul vão encarar o Flamengo abertas e dispostas a propor o jogo.
2. Erros e vulnerabilidade defensiva
O sistema defensivo do Flamengo também vem sendo um problema sério neste início de temporada. Com Léo Ortiz e outros jogadores em baixa, o time tem apresentado muita vulnerabilidade defensiva, cedido espaços (a começar por buracos no meio de campo) e sistematicamente cometido falhas individuais e coletivas. O momento do setor não é bom, e Filipe Luís tem de fazer ajustes.
Aqui vale uma ressalva acerca das condições físicas dos jogadores do Fla. O elenco rubro-negro ainda busca um melhor condicionamento e isso compromete o processo como um todo.
3. Decisão infantil de jogador cascudo
A grande lição do Flamengo após o tropeço na Supercopa Rei do Brasil passa por buscar compreender e agir para evitar novas decisões equivocados e infantis de jogadores. O nome da vez foi Carrascal, que levou um cartão vermelho direto após lance controverso entre o fim do primeiro tempo e o início do segundo. A expulsão, polêmica entre os torcedores do clube, prejudicou o time. Filipe Luís trabalhou a equipe com 11 no intervalo e, no fim das contas, pôde contar apenas com 10.
Gonzalo Plata, Erick Pulgar, Danilo e outros nomes do plantel rubro-negro também já cometeram falhas desse tipo. A comissão técnica precisa tentar entender esse fenômeno.
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