​Foram dez reforços contratados neste início de temporada: o lateral João Lucas, os zagueiros Ramón e Marlon, os volantes Filipe Machado e Jean, o meia Everton Felipe e os Jhonata Robert, Roberson, Marcelo Moreno e Angulo. Até aqui, porém,Cruzeiro não conseguiu demonstrar que é capaz de superar seu principal desafio e voltar à elite do Campeonato Brasileiro.



Mesmo assim, Carlos Ferreira, interlocutor de futebol do clube, defende a política adotada para montar o atual elenco. Segundo ele, todas as contratações se deram sem ônus para os cofres em termos de investimento inicial. "Vieram pelo salário. O clube ofereceu salário e evidentemente caso a equipe tenha acesso à Série A alguns contratos serão renovados, mas por opção do Cruzeiro. As contratações que nós fizemos, 90% delas, foram com alguns clubes de origem dos jogadores pagando também parte dos salários. O Cruzeiro infelizmente não tem condições financeiras. Nós não podemos fazer grandes contratações pagando. Nós não temos o dinheiro", disse o dirigente, ao ​Super.FC.



Ferreira, no entanto, não nega que esperava mais do time neste início de 2020. O técnico Adilson Batista, recentemente demitido, deixou a Raposa na quinta colocação do Campeonato Estadual e em situação para lá de complicada na Copa do Brasil, uma vez que a equipe perdeu para o CRB por 2 a 0 e precisará reverter a desvantagem na partida de volta, em Maceió, se quiser avançar à quarta etapa da competição. Agora com o comando de Enderson Moreira, o que se pede é paciência na projeção de possíveis novos reforços. "Tem que ter calma para que o Enderson faça um balanço do elenco que ele tem, faça as avaliações e aí sim, nós poderemos buscar no mercado aquelas contratações pontuais que vão nos ajudar no acesso à Série A", completou. 


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