​Um dia é aqui, outro dia é ali. Mas o fato é que os problemas no ​Cruzeiro não param de aumentar. Agora, por exemplo, é o clube de benefícios "Bem Protege", que era seu patrocinador, que colocou a instituição na Justiça. Alegando descumprimentos de cláusulas do acordo e pedindo danos morais por conta das investigações sobre irregularidades que teriam maculado também o seu nome, o parceiro cobra R$ 2.450.800,00



A ação como destaca o ​Globoesporte.com, foi impetrada no dia 30 de dezembro, um dia antes do fim do contrato. Nela, a empresa pede a rescisão unilateral do vínculo e, com isso, o fim da obrigatoriedade do pagamento das cinco parcelas restantes do acordo inicial - 12 parcelas de 70 mil, a serem quitadas todo dia 25. Até outubro, o dinheiro foi repassado corretamente, mas a partir de novembro, quando se iniciou o litígio, houve a tentativa de uma rescisão amigável. Na versão da Bem Protege, o Cruzeiro não teria condições de cumprir a sua parte e, por isso, foi feita esta tentativa, com a qual o clube não concordou.



Com o impasse, também foi feita uma notificação extrajudicial ao clube. Sem efeito, partiu-se para a ação judicial, através da qual se vislumbra, em números, R$ 100.800,00 de multas contratuais e R$ 2 milhões de dano moral. Por conta de custas processuais, juros e correção chegou ao total citado anteriormente. A causa ainda será julgada pela 20ª Vara Cível de Belo Horizonte. O Cruzeiro, contatado, não se manifestou (ainda) sobre o assunto.


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