A segunda-feira foi agitada na CBF. Além da entidade ter ​antecipado a tabela das três primeiras rodadas do Brasileirão, o encontro dos clubes no congresso técnico realizado no Rio de Janeiro trouxe algumas definições importantes para as próximas edições do Campeonato Brasileiro.



A principal decisão diz respeito às vendas de mando de campo. Em votação, as agremiações decidiram proibir a prática, que tinha se tornado comum nas últimas temporadas. O Flamengo, clube que mais utiliza o artifício, reclamou da decisão:


– Claro que o Flamengo não votou a favor. O Flamengo é um clube nacional, tem torcida em todos os lugares, acho que essa decisão foi muito ruim, porque ela inclusive inviabiliza três ou quatro arenas que foram construídas para a Copa. Elas sobrevivem hoje de clubes fora de seus estados, principalmente o Flamengo. Fomos absolutamente contrários, mas não há nada a fazer – argumentou o presidente Eduardo Bandeira de Mello.


International Tournament of Brasilia - USA v China


Com a proibição, o Mané Garrincha, em Brasília, a Arena da Amazônia, em Manaus, e a Arena Pantanal, em Cuiabá, correm risco de ficar ainda mais abandonados, visto que recebiam esporadicamente jogos dos grandes de Rio Janeiro e São Paulo. 


Também por meio de votação, os clubes decidiram vetar o gramado sintético. O grande afetado, justamente um dia após toda a confusão envolvendo a transmissão do Atletiba, é o Atlético-PR. O Furacão instalou o piso artificial no começo de 2016 e terá até a edição do ano que vem para adaptar-se novamente as normas do campeonato. 


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